De tanto focarmos em um ser específico, corremos o risco e cometemos o ato mais egoista de nossas vidas.
Deixamos por uns instantes, mais curtos ou mais longos, de considerar a pessoa mais importante (ou que deveria ser), nós mesmo.
Deixamos de nos respeitar pelo simples fato de não condizer em 100% as atitudes que nos empelem com as que concordamos ser corretas.
Deixamos de viver pelo bom senso e passamos a ser marionetes de desejos doutro ou nossos.
Então a forma mais honesta de empatia por nós e deixarmos de deixar.
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